[...] Provocando um outro escândalo, o de dançar pela primeira vez com os pés nus, Isadora introduziu uma inovação cuja fecundidade a dança moderna iria mostrar: os pés, em vez de serem, como no balé clássico, o ponto pelo qual se foge do chão, da gravidade, da realidade, tornam-se, ao contrário, o ponto de contacto essencial com a terra carregada de vida.
Roger Garaudy, no livro Dançar a vida, p.69
Quem me indicou esse livro foi a querida Thaís, do Ponta Perfeita. É o tipo de leitura obrigatória para todas as bailarinas. Ainda não terminei de ler e, sem dúvida, voltarei a falar sobre ele.
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O ballet neste país deveria mostrar que, quando essa forma de arte veio através do Atlântico, foi transformada pela viagem – e ainda está se transformando.
Não seria fantástico se víssemos isso no palco? Se o cenário dos sonhos do Quebra-Nozes pudesse dar lugar à arte que olhamos e sentimos de verdade?
Washington Post, em Breaking Pointe, uma análise sobre as companhias profissionais de dança dos Estados Unidos e a “obrigação” em montar o Quebra-Nozes todos os anos.
Para ler, em inglês, aqui. Quem não souber inglês, o tradutor do Google ajuda a compreender.
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Alguém já parou para pensar sobre o real papel do ballet nos dias de hoje? Por que ele continua existindo? O que ele diz às pessoas de uma maneira geral, não apenas a nós, bailarinas? Qual a sua função artística no nosso tempo? O mais importante não é responder, mas pensar sobre o assunto.

Aurélie Dupont, perfil em
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