Uma exceção

Eu não sou uma grande fã dos vários fouettés nas codas e escrevi sobre o assunto há bastante tempo em “A obsessão pelos 32 fouettés”. Isso não significa que eu não goste do passo em si, pelo contrário. No mesmo texto, falei como ele me encanta na “Variação de Lise”, de La fille mal gardèe.

Bem, mas nada como uma saia rodada para me fazer mudar de ideia, pelo menos por um instante.

O meu figurino preferido é saia rodada, gosto como ela dança com a bailarina e faz parte da coreografia. Sendo assim, na coda do grand pas de deux de Chamas de Paris, os meus olhos brilharam. A combinação de saias e fouettés conseguiu me prender.

Coda, grand pas de deux Chamas de Paris, Ekaterina Krysanova.

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Abertura de “Chamas de Paris”

Com coreografia de Vasily Vainonen, música de Boris Asafyev e libreto inspirado no livro Les Marceliers, de Felix Gras, a estreia de Chamas de Paris aconteceu no Teatro Kirov em 1932. Em 2008, Alexei Ratmansky o reconstruiu para o Bolshoi Ballet.

O ballet conta a história de Philippe, Jeanne e Jerome e o envolvimento deles na Revolução Francesa.

Essa é a cena de abertura, com um pas de deux em seguida. É apenas o começo, mas nos mostra como as coisas vão caminhar.

Para mais informações, em inglês, aqui.
Para assistir ao ballet completo, aqui.

Abertura de Chamas de Paris e primeiro pas de deux, Bolshoi Ballet, Natalia Osipova, Ivan Vasiliev e Denis Savin, 2010.

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