Livro “Métodos do balé clássico: história e consolidação”

Você estuda por qual método? Geralmente, estudantes dos cursos regulares trazem a resposta na ponta da língua: no Brasil, os mais comuns são Royal e Vaganova. Nos cursos livres, aí vira uma mistura: é um pouco do russo com o italiano, tem alguma coisa do francês, parece que é Royal.

Afinal, o que caracteriza cada um deles?

O livro “Métodos do balé clássico: história e consolidação” é fruto do mestrado da Caroline Konzen, realizado no Cefet/MG no ano passado. Ela pesquisou sobre o processo de consolidação dos quatro métodos mais utilizados no Brasil e no mundo: italiano (Cecchetti), francês (Escola Francesa), russo (Vaganova) e inglês (RAD).

O objetivo não é ensinar os métodos, mas compreender os aspectos sociais, culturais e políticos de cada um deles. Esse é um livro para quem deseja se aprofundar no estudo teórico, mas também é importante para quem quer conhecer melhor o que estuda em sala de aula.

Para comprar:
Editora CRV, aqui.

* * *

Observação: Este não é um publieditorial.

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6 comentários sobre “Livro “Métodos do balé clássico: história e consolidação”

  1. Que incrível, eu nunca soube direito qual a diferença entre os métodos, só ouvindo aqui e ali as pessoas comentarem. Aqui em Capinas-SP, a grande maioria das escolas é Royal, tem uma que é método cubano, mas saber meeesmo qual a diferença não sei. Vou ler o livro, obrigada pela indicação.

    1. Lais, talvez o Royal seja mesmo o método mais popular no Brasil. Seria tão bom se fosse mais fácil aprender essas diferenças, não é? Grande beijo!

  2. Oi Cassia!
    Cheguei agora no seu blog e já me encantei, está de parabéns pelo trabalho!
    Eu já estudei 8 anos de Royal e estou de volta ao ballet recentemente, mas pelo método Vaganova.
    Existem alguns “vícios” do Royal que são super difíceis de perder para se adequar melhor na leveza do Vaganova. Mas sem estresse, estou encarando como um “jeito próprio” de dançar.
    O livro parece interessante! Atualmente eu estou lendo a biografia de Tatiana Leskova. Estou gostando =)
    Muita dança pra você! Fique com Deus.

    1. Laís, que mudança, do Royal para o Vaganova! Mesmo com as dificuldades, deve ser um grande aprendizado, e você ainda será especialista nos dois métodos. =) Já ouvi falar sobre esse livro, é bom mesmo? Eu conheci a Tatiana Leskova pessoalmente há alguns anos, contei no blog, eu fiquei encantada só a ouvindo falar. Muita dança para você também! Imenso beijo.

  3. Ola Cassia, tudo bom ? Vou tentar comprar esse livro. Acho interessante, quando vc consegue visualizar as diferenças de cada método. Atualmente, por causa de minha filha, assisto quase todos as apresentações do New York City Ballet, me acostumei com a velocidade, a postura das mãos, “estilo” do Mr. “B” (Balanchine). Agora quando estou assistindo o ABT, ou o próprio Royal, é quase impossível não reparar as diferenças e as especificidades de cada método. Imagino os alunos. Minha filha fez o Summer Ballet Class em Paris, no Opera, julho passado, e a cada aula ela mostrava o que tinha aprendido de uma maneira totalmente oposta a que ela estava acostumada… Saudade de você… Beijos – Monika Galinari – NY

    1. Monika, talvez a melhor maneira de treinar o olhar para as diferenças é mesmo assistindo. De tanto acompanhar a sua filha, você já entende bastante disso. =) E imagino como a sua filha deve ter estranhado, Balanchine e Opera de Paris são muito diferentes. Mesmo assim, deve ter sido uma experiência incrível! Saudade de conversar mais com você sobre ballet! Grande beijo.

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