As críticas recorrentes a escolas e professoras

Desde o começo do blog, alguns assuntos são recorrentes nas mensagens que recebo. Críticas a escolas de dança e professoras estão no topo da lista. Volta e meia alguém relata algum acontecimento, seja por e-mail, pelas redes sociais ou nos comentários.

Já ouvi desde questões simples a problemas sérios, passíveis de uma profissional deixar de lecionar. Mas, de uma maneira geral, as reclamações referem-se à qualidade das aulas, ao tratamento das professoras em relação às suas alunas e ao serviço prestado pelas escolas de dança.

O meu blog não é parâmetro para o ensino da dança no Brasil, as críticas feitas a mim só refletem a opinião das leitoras e leitores deste espaço. Além disso, costumamos relatar as críticas, mas raramente gastamos nosso tempo para fazer elogios. Existem boas escolas e ótimas professoras? Sem dúvida, eu mesma conheço algumas. Mas depois desses anos todos ouvindo as mesmas coisas, comecei a pensar se não é algo generalizado.

Prepararei uma pesquisa para entender melhor essa questão, mas antes gostaria de ouvir vocês. Ninguém precisa citar as escolas ou as professoras, tampouco contar histórias pessoais ou colocar o nome verdadeiro, mas quero saber se esses problemas estão mesmo em todos os lugares. É tão difícil encontrar uma boa escola? É tão raro existir uma boa professora, especialmente para adultas? É comum trocar de escola até encontrar a ideal?

De acordo com a minha experiência, é mais difícil do que se imagina. Mas eu ficaria imensamente feliz em descobrir que comigo não foi a regra, mas a exceção.

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23 comentários sobre “As críticas recorrentes a escolas e professoras

  1. meu professor vivia ensinando só passos simples, parecia mais baby class e nunca inovava, passava movimentos novos e nem os nomes deles pra gente aprender. disse que não ia tentar darbaula de alongamento porque sabia que ninguém ali ia conseguir mais ter um espacate prefeito porque já eramos velhos pra isso.
    sabe quando vc fala que alguém ou algo está bonitinho pra não falar que está feio, então, ele dizia que a gente estava fazendo tudo “certinho” só pra não dizer que estavamos fazendo tudo menos ballet ali.

  2. Eu acho que a única critica que tenho para fazer sobre as escolas de ballet adulto é que, a maioria não vê o alunos adultos como pessoas capazes de aprender ballet, só acham que devem ensinar o básico e algumas coisas mais ou menos que está bom.
    Eu estudei em uma escola em que a professora não se preocupava em ensinar a técnica de ballet como realmente deve ser.Não aprendi todos os termos e nomes dos passos e muito menos os movimentos.Sei que os adultos não tem o corpo flexível como o de uma criança e entendo que a maioria de nós possui muitas limitações por isso, mas na minha opinião, deveríamos ter o mesmo ensino que uma escola que faz bailarinos, mas não para competir e coisa e tal e sim para termos as mesmas noções e entendimento sobre o ballet que eles tem.Uma educação como a deles é sempre de alto nível porque vão viver disso, mas só porque não vamos ser profissionais que temos que aprender pouco e de qualquer jeito? Isso me deixa indignada.

  3. Eu tenho bunionette e por causa disso, meu pé fica largo na sapatilha de ponta. Quando eu tinha aulas de ponta, sofria muito, pois apertava e ficava sobrando pra fora da caixa, mesmo sendo caspia alta. Sei que tinha que ter uma ponta feita sob medida, mas não tenho dinheiro para isso e também não encontro onde se faz isso, fora que não consigo uma cirurgia de graça para tirar os bunionettes.Indo ao assunto, as outras alunas me gozavam muito por esse problema e a professora se mostrava muito ”nem aí pra nada” com isso.Deixava que as outras fizessem piada de mim e não procurava me ajudar em nada. Eu me esforcei, não faltava aula, pagava em dia e pra quê? Não tive retorno de nada e ainda aguentei humilhação.

  4. Existem todos os tipos de professores e escolas, mas a que eu estudei, era justamente a pior escolha que fiz.No começo foi tudo beleza, mas com o tempo vi que a professora era muito grossa, não ligava para os alunos mais velhos, só pras mais novas e tinha dias que eu chegava no estúdio e ela simplismente dizia para me alongar e só. Não dava aula e ficava sentada nos olhando, sem fazer nada. Nem corrigia e só ligava mesmo pro ensino das mais novas porque, queria ganhar troféus nas competições pro estúdio. Detalhe, o estúdio era uma sala minúscula, sem barra fixa e ela tinha um cão que toda hora passava na sala e não tinha nem um bebedor ou vestiário. Tínhamos que trocar de roupa no corredor ou num banheiro super apertado.

  5. Faço aula no mesmo estúdio, com a mesma professora, há uns 17 anos, com umas paradinhas pelo caminho (tenho quase 22). Não tenho muito como comparar, porque não tive experiência com outros profissionais, mas considero minha professora boa: ela respeita o limite de cada um/uma, mas também sempre nos incentiva a ir além, e é claro que quem tem mais facilidade tem mais destaque, mas só não dança quem não quer, seja nas aulas ou nos espetáculos (já ouvi histórias de estúdios em que só as ‘boas’ podiam se apresentar). Além disso, ela prefere passos simples (por exemplo, piruetas simples, pernas a 90º ou até mais baixas) mas bem executados do que extravagâncias feitas de qualquer jeito, o que eu considero fundamental (não adianta, ballet clássico não é ginástica!). la é bastante atenta Às correções, também, e como a maioria das alunas está com ela há bastante tempo, ela já sabe a melhor maneira de corrigir e trabalhar os “pontos fracos” de cada uma.
    Apesar disso, estou procurando outra escola, porque simplesmente detesto a minha turma atual. O que era pra ser um prazer virou algo insuportável.

  6. no meu bairro (Butantã) tem/tinha uma “escola de dança” na Av. Prof. Lucas de Assunção, 50, onde “ensinavam” ballet (não sei se a escola ainda existe, tomara q não, pois era muito ruim). Não havia um vestiário (só um banheiro, que muitas vezes estava com o piso úmido, já q tinha chuveiro também), eu não tinha sequer um banquinho pra deixar minhas coisas sem molhar…

    o piso da sala de aula não era de linóleo ou madeira (era um marmorite horrível, duro, q me dá arrepios só de lembrar do mal q fiz aos meus joelhos).

    Só tínhamos uma barra (móvel)…Quando todos os alunos resolviam aparecer, tínhamos que nos revesar, pois não cabiam todos na tal barra..

    Tudo era profundamente improvisado.. O dono do estabelecimento tinha um cachorro, que circulava livremente pelas salas (já que estas não tinham portas)… Por várias vezes eu cheguei para a aula, e a sala fedia urina/fezes, pois o cachorro resolvia defecar na sala.. isso mesmo, defecava.. e saía algum funcionário pra limpar o estrago…

    Como eu me arrependo de ter deixado meu dinheiro nessa “escola de dança”!!! Armários? Depois de alguns meses e reclamações eles providenciaram, enferrujados, sujos e amassados (talvez fossem de segunda-mão, não sei)..

    A qualidade do professor era similar à infra-estrutura do local. Pouco criativo, desinteressado, tornava a aula um fardo (parecia mesmo que dar aquela aula era uma fardo, triste)..

    Era algo meio: “finjam que estão aprendendo algo, que nós fingimos que estamos ensinando”. Da parte do professor e dos donos da escola.

    Depois eu saí de lá e fui pro Espaço Eldorado.. Outra infra-estrutura, outra qualidade de professores, outra qualidade de aulas, muito superiores.. Se bem que comparar uma boa aula e uma boa infra-estrutura com lixo não vale, né?

  7. Quando eu fazia ballet, a professora não me motivava, fazia pouco de mim e por eu ser pobre, digo isso, porque as outras alunas eram de classe média a alta, ela não me dava muita bola e vivia puxando o saco das outras, só pelo dinheiro.
    Sabe, me ignorava e uma vez ela me disse que eu fedia.Que era para eu comprar um talco e passar no corpo, porque eu estava incomodando as outras alunas, ou seja, as riquinhas.
    Não digo que não tive amigas, pois algumas meninas foram muito gentis e amigáveis comigo, mas a maioria zuava de mim, riam e disso a professora nunca falou nada. Só concordava com as outras.Tenho certeza que se fosse eu que tivesse rindo e zuando elas, a professora ia me repreender, mas como era a pobre e feia aqui, nada aconteceu. E sabe o que mais?
    Não aprendi nada de ballet e gastei dinheiro à toa.

  8. Tenho 32 anos e estou no ballet a 5 anos, em uma turma que mistura adultos e adolescentes. Sinto que tenho que “pedir” que a professora me corrija e ajude. Sou meio “café com leite”, como nas brincadeiras de crianças. Além disso, nas coreografias as adultas ficam sempre no fundo, apesar de nunca faltarem nas aulas e sempre participarem com empenho.

  9. Vim compartilhar minha experiência também. Tenho 25 anos e recomecei no ballet clássico há 5 meses. Já tinha feito um ano e meio de ballet anteriormente, aos 12, mas tive que parar por motivos financeiros e achei que nunca mais poderia voltar. Mas voltei e o único horário que dava certo pra mim era numa turma infantil e eu topei! Como eu já tinha uma certa base, entrei no quarto grau, que foi bem onde eu tinha parado antes. Não senti nenhuma diferença de tratamento por parte da professora (que inclusive é mais jovem que eu). Depois que eu comecei, entraram mais alunas, inclusive duas adultas e pelo jeito vão dividir a turma em adulto e infantil (graças a Deus!). Mas to superfeliz, é muito bom voltar, me reencontrei! Mês que vem já tenho apresentação.

  10. Fiz ballet dos 5 aos 20 e voltei com quase 30 anos, depois de muito tempo parada… Não pude voltar pra mesma escola que estudei na infância e adolescência pq sou de Maceió e hoje moro em São Paulo. Tive a sorte de encontrar uma escola pertinho da minha casa e que super valoriza as alunas adultas. Muitas que começaram os estudo depois dos 20 anos fazem cursos regulares, provas e tudo mais! Eu optei pelo curso livre, pelo menos por enquanto, mas mesmo assim sou super cobrada e desafiada! No espetáculo do final do ano dancei 3 coreografias e uma delas era com a turma avançada, e foi dureza! Muitos ensaios, gritos, pressão… Me senti meio adolescente de novo, quando tinha medo da minha professora do ballet! rs

    Faço aula em 2 turmas diferentes, uma só com mulheres que dançaram na juventude e que voltaram depois de muito tempo paradas e em outra turma intermediária que é uma mistureba só… Tem adolescentes lindas que fazem parte inclusive do grupo de dança da escola e adultas que iniciaram os estudos apenas depois de adultas mesmo, além das adultas que retornaram depois de anos paradas… É uma turma extremamente heterogênea, e muitos podem pensar que isso é ruim… Mas é maravilhoso! A professora sabe as dificuldades e limitações de cada um, mas exige, corrige e cobra de todas igual… É uma troca de experiências deliciosa!

  11. Bom, a única coisa que posso dizer que não em agradou nem um pouco é que, na minha cidade não tem uma escola especifica de ballet adulto. Existe apenas uma escola dentre as outras que tem aqui, que oferecem cursos para adultos, só que não é muito grande á procura e então acabei tendo que fazer aulas com as alunas mais novas e isso me prejudicou muito. Tenho 32 e sei que meu tempo já passou, mas mesmo assim gostaria muito de aprender como uma profissional, igual as outras que estão ali.Poxa, estou pagando pra isso. Noto que sou meio deixada de lado e não sou tão supervisionada e cobrada pela professora como as outras.Me sinto deixada de lado ás vezes.Gostaria muito que a minha professora de ballet levasse o ballet adulto mais a sério.

  12. Eu dei muita sorte… Já fazia dança do ventre há muito tempo. Comecei fazer ballet aos 27 anos com uma professora particular, a princípio para melhorar minha postura e técnica na dança do ventre. Mas o ballet me ganhou, rsrsrs… E essa aula particular de ballet era a coisa mais incrível do mundo! Sentia que a professora acreditava em mim. Abriram nesta mesma escola uma turma de adulto iniciante, fiz aula com outras 2 professoras também maravilhosas que acreditavam no nosso potencial. Nossa coreografia no final do ano foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Depois, minha primeira professora voltou a me dar aulas, inclusive nas pontas. Infelizmente tive que parar porque mudei de cidade. Não encontrei outro lugar ainda. Mas como a minha cidade natal não é distante de onde moro e ela é uma professora muito especial, irei pelo menos aos sábados para fazer aulas com ela.

  13. Bom, eu acho que isso vai de pessoa pra pessoa e de escola para escola, pois nem todas são iguais.Posso dizer por experiência própria que a maioria dos professores torcem um pouco o nariz para os alunos adultos. Eu comecei no ballet com 24 anos e a professora em questão não ligava muito pro meu desempenho, tipo se eu precisava me alongar mais, se a postura estava correta e etc.Vi que eu ficava muito perdida e quando pedia ajuda, ela me corrigia mas, com aquela má vontade.Eu sai desse estúdio em questão e já estou em outro. Agora sinto que sou mais corrigida e tenho mais a atenção da professora. Vamos ver no que vai dar, pois estou ali para aprender e quero ser bem ensinada.

  14. Olá Cassia!! Primeiro gostaria de agradecer a vc pelo maravilhoso trabalho que faz no blog. Acompanho ele há muitos anos e espero que nunca pare de escrever e levantar questões como essa.

    Bem, eu estou com a mesma professora de Ballet há 8 anos e sem dúvidas é uma daquelas professoras que valoriza a dança como método educacional e isso com certeza me encanta no trabalho dela. Todos são tratado de uma forma igualitária no que diz respeito ao tratamento. Claro que um e outro se destaca no que diz respeito a dedicação ao ballet mas isso não é supervalorizado como algumas escolas geralmente fazem. Gosto muito da minha escola com certeza. É um ambiente extremamente agradável e alto astral como toda escola deveria ser. Sempre respeitando os limites e valorizando o que cada um tem de melhor!!!!!!!!! :-)

  15. Olá Cássia!
    Adorei a proposta, e estou esperando ansiosamente o próximo post!

    Sobre a minha experiência, tem sido muito boa de maneira geral. A única coisa que eu acho difícil é encontrar professores que acreditem mais nas bailarinas que iniciaram os estudos depois de adultas. Sei que nunca serei profissional, porém mesmo sendo apenas um hobbie/paixão sou muito dedicada e gostaria de ser treinada à altura, evoluir, ser desafiada. Desconheço uma turma de ballet adulto avançado na minha cidade, tem só intermediário. Espero que quando eu esteja nesse nível já exista uma opção pra mim, hehe.

    Um beijo!

    1. Oi meninas. Adriane, achei seu comentário muito pertinente. Eu também tenho essa preocupação, mas onde estudo as alunas adultas são encaradas de uma forma muito interessante: temos provas técnicas, e somos avaliadas anualmente. A minha professora, inclusive, já afirmou que pretende completar a nossa formação. Por isso, percebo que a forma como o Ballet e seus praticantes são encarados hoje é muito diferente do que acontecia há 10 anos atrás. E isso é fantástico!

    2. Oi Thaís!

      Nossa, que sonho ter provas técnicas e ser avaliada anualmente! Estou tendo aulas desde o início do ano com uma nova professora, que nos desafia constantemente e sempre busca a evolução de todos, porém não temos avaliações, e não tenho esperança de conseguir a formação no momento… Adoraria ingressar em um curso regular de ballet, encararia com muita alegria estudar os 8 anos (se meu corpo e minha rotina permitissem, é claro rsrs)! Mas na minha cidade só existem duas escolas que oferecem o curso regular, e não aceitam adultos. Ou seja, só temos a opção de cursos livres. Pasmem: sou de Joinville, a “cidade da dança”. Mas vou continuar torcendo para que isso mude, hehe.

  16. as x eu penso que no ballet rola mta competicao e as x as professoras estao ali professorando pq nao conseguiram ser etolies na vida e odeiam professorar….mas acho que com adultos eh mais facil se dar bem pq com 40 anos competir seria ridiculo. eu fazia aula com duas professoras diferentes em uma mesma escola, um dia uma me disse que eu não tinha en dehors para nada, enquanto a outra sempre elogiava meu en dehors, vai entender… na verdade agora to começando uma nova escola mas pq a classe eh mais avançada. eu estava em uma iniciante/intermediaria e a essas horas to preferindo ser uma barata tonta no avançado do que ficar no básico que não me faz avançar. na nova classe tem uma fofa de uns 60 anos. fui bem recebida e to animada. vamos ver…

  17. Experiência própria:
    Uma professora só gritava comio falando para eu fazer assim e não assado,falando que eu deveria fazer igual fulano,por que ciclismo ficava na frente da barra.Ai passou O espetáculo do final de ano,a maitre da escola me viu e queria que eu fosse para a turm adela.Era só uma aula por semana com ela,e meu deus como melhorei!!!Depois mudei integralmente para turma dela e fiquei como a melhor :)Ainda não a credito que na minha escola tem garotas que nao gostem d a Ophélia.Eu sei que ela é uma ótima professora daquelas que vc nao encontra em qualquer lugar

  18. Cássia, acho essa questão realmente algo para se debater. Eu fiz outras modalidades de dança na infância e adolescência, e só comecei a estudar Ballet o ano passado, aos 34 anos. Felizmente, eu cruzei o caminho de profissionais maravilhosos, e muito competentes. Eu posso constatar a competência desses profissionais comparando a minha evolução em 1 (um) ano de estudo. Na minha opinião, contudo, a evolução na dança depende não só de professores competentes, mas de muita (e muita) dedicação do aluno. E, nem sempre, os alunos adultos querem (ou mesmo podem) dedicar o tempo e a energia necessário. Enfim, essa é a experiência que eu tive.
    Aproveitando…Adoro seu blog!

  19. Tenho 43 anos e voltei ao Ballet clássico há 2 anos e meio. Qdo pequena fiz aulas dos 3 aos 11 anos em SP. Agora moro no interior e posso dizer que tive muita sorte. Tenho uma excelente professora e a escola é maravilhosa. Abraços

  20. Bom, achei muito legal essa pesquisa.

    Faço parte da Companhia Arca em Guarulhos, e assim.
    Tenho amigas Bailarinas de outras companhias que reclamam muito, principalmente no quesito “Melhor Aluna”.

    Faço três Modalidades, e não tenho o que reclamar.
    Somos todas Iguais e eles nos tratam assim.

    Claro que tem as mais avançadas, e as iniciantes.
    Mais isso serve como Inspiração e/ou espelho.

    Para nós, seres humanos. Nada está perfeito.

    Uma dica que eu levo comigo é: Eu Faço a Minha Companhia.
    Então como Aluna, dou o Meu Melhor.

    Se um dia, estiver insatisfeita.
    procurarei outro lugar .

    Mais estou a 3 Anos nessa Escola.
    E Amo de Paixão ♡

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