Wayne McGregor: O processo criativo de um coreógrafo em tempo real

Renomado coreógrafo inglês, Wayne McGregor não é um nome estranho para aqueles que acompanham o Royal Ballet: ele é coreógrafo residente da companhia. Talvez vocês já tenham assistido a trechos de um dos seus trabalhos mais conhecidos, Chroma.

Eu o conhecia apenas de nome, até assistir à sua palestra no TED. Em 15 minutos, ele criou uma coreografia no palco. Ele vai explicando o seu processo e dois excelentes bailarinos vão construindo essas passagens. É uma aula de composição coreográfica.

“O que pensei que poderíamos fazer um pouco hoje é explorar essa ideia de pensamento físico, e somos todos especialistas no pensamento físico. Isso! Todos vocês têm um corpo, certo? E nós todos sabemos como é um corpo no mundo real, então um dos aspectos do pensamento físico sobre o qual pensamos muito é essa noção de propriocepção, a consciência de meu próprio corpo no espaço no mundo real. Assim, todos nós sabemos como é saber onde estão as pontas dos nossos dedos quando esticamos os braços, não é mesmo? Sem dúvida vocês têm essa noção quando vão pegar uma xícara ou aquela xícara se move e é preciso redirecionar o movimento. Portanto já somos peritos no pensamento físico. Apenas não pensamos muito sobre nosso corpo. Só pensamos nele quando algo está errado, quando quebramos o braço ou quando temos um ataque cardíaco, então a gente fica bastante consciente dos nossos corpos. Mas como seria se pudéssemos começar a pensar sobre usar o pensamento coreográfico, a inteligência cinestésica, para sustentar as maneiras nas quais pensamos sobre as coisas de uma forma mais geral?” (Wayne McGregor no TED “A choreographer’s creative process in real time”)

A transcrição da palestra, em português, aqui.
A palestra, legendada em português, a seguir.

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Um comentário sobre “Wayne McGregor: O processo criativo de um coreógrafo em tempo real

  1. xesus, tenho que nascer de novo pra ter essa habilidade dele, e nem falo de coreografia – são os movimentos mesmo. puxa vida, hein. a minha mobilidade foi pra ele, só pode

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