Quando Ravel, Béjart e Guillem se encontraram

Para abrir a mente sobre a dança e ficar absolutamente encantada.

Via @theballetbag

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Observação: Um exercício bacana de fazer é prestar atenção nos passos de ballet clássico que aparecem na coreografia.

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14 comentários sobre “Quando Ravel, Béjart e Guillem se encontraram

  1. Vanessa, se Brasil e Portugal fossem mais pertinho um do outro, a gente podia tentar, hehehe. Era só a gente fazer pose de bailarina para a vergonha passar.

    Doce beijo.

  2. Cássia, claro que podes publicar! Acho q as bailarinas aqui também vão gostar muito…

    E sim, vamos juntas que assim não morro de vergonha…

    bjs

  3. Thaís, confesso que não sou uma apaixonada por Béjart, mas fiquei passada com essa coreografia. Especialmente porque Bolero era uma das minhas paixões de adolescência.

    *

    Simoní, mas a sua professora é muito bacana, hein?! Colocar Bolero no aquecimento, ai ai… Onde você estuda? E você já conhecia, você conhece tudo! Hehehe. ADORO! :D E obrigada pelos vídeos, verei com calma, pode deixar.

    *

    Ana, já pensou nesse seu lado viajante criando coreografias? Estou falando sério! E já inventaram ótimas colorações, hehehe, dá para você ser ruiva. Eu confesso, já tentei ser ruiva e não deu certo. Daí desisti. :P

    *

    Vanessa, eu amei aquele vídeo e até ia te perguntar se posso publicar aqui (dizendo que conheci por você, claro!). Achei sensacional as pessoas com aquelas caras de “Hã”? Também me deu um pouquinho de vontade de fazer igual. Vamos? Com mais gente a vergonha é menor, hehehe.

    *

    Heydi, demais, não é?

    *

    Leticia, falou tudo! A moldura feita pelos bailarinos ficou sensacional. Todos no mesmo compasso, na mesma respiração. De arrepiar.

    *

    Suelen, mas que excelente definição! Eu nunca tinha pensado nisso, sobre essa impressão da coreografia sair da cabeça do bailarino e não do coreógrafo. Começarei a prestar atenção nas coreografias sob esse ponto de vista. Obrigada, adorei! :D É, ela é mesmo de outro planeta. Nem dá para sequer pensar em fazer igual. Impossível.

    Beijos.

  4. è engraçado como o homem sempre retorna a um ponto de partida. Acho a dança contemporanea um pouco disso. São movimentos precisos mas despretenciosos como que a coreografia saisse da cabeça do bailarino naquele momento e não de um coreografo! Acho lindo!!! E essa mulher é um ser de outro planeta trazido para cá ampliar a margem de superação de limites!
    Beijos, parabens pela pesquisa!

  5. FANTÁSTICO!!
    Adoro o Bolero… mas nunca imaginaria uma coreografia tão linda e tão forte. O que mais me impressionou foram as formas do corpo de baile, que sempre criavam alguma moldura linda e interessante. Sincronia, formas e força! Fantástico mesmo!
    Beijos
    lelê

  6. Sim, Cássia adicionei-te. :)

    Olha viste aquele vídeo do prix de Lausanne? Se não é um espectáculo. Arrepiei-me toda! As vezes que eu tenho vontade de fazer o mesmo…

    bj

  7. O que é essa mulher? Essa eu nem aspiro ser igual porque é única. E totalmente linda a coreografia. Não sei porque mas vieram na minha mente imagens que eu criei quando li um livro que o pano de fundo eram as criaturas misticas irlandesas. Acho que viajei totalmente, é um costume meu he he he.

    Comentário super invejoso agora, eu quero aquele cabelo. Como eu queria ter nascido ruiva, mas isso não vem ao caso.

    Beijos

  8. Ai Cássia, eu sou completamente apaixonada por essa coreografia de Bejart, é simplesmente LINDA!
    Vez ou outra minha Professora toca o Bolero de Ravel, na aula ou no aquecimento fico eu frente ao espelho tentando imitar os passos com aqueles braços alongados, :P, Acho muito criativa e diferente essa coreografia, e a música tem algo que arrepia, adoro!
    Não tinha assistido essa versão com a Sylvie dançando, sem palavras né? Ela é fantástica!
    Eu tenho em DVD o documentário que conta a história de Maya Plisetskaya, nos ‘extras’ tem ela dança lindamente esse Bolero, se você ainda não assistiu, recomendo que assista e veja o quão linda é essa versão mais antiga!
    Vou deixar os links, caso queira ver:

    Bolero – Maya Plisetskaya

    Part I

    e a Parte II

    Beijos :*

  9. Gaby, lindo demais!

    *

    Emily, eu tenho de concordar em uma coisa: a perfeição não existe, mas se existisse, a perfeição no ballet receberia o nome de Sylvie Guillem. É impressionante o que ela faz. E acho bacana a gente assistir a tudo, perceber as influências do ballet clássico no que veio depois dele, mesmo que a gente nunca pense em dançar outra coisa na vida. Abre o nosso olhar.

    *

    Vanessa, eu não suportava dança contemporânea. Sério. Até o dia em que comecei a pesquisar sobre o Grupo Corpo, assisti ao documentário sobre os 30 anos do grupo… Depois disso, os meus olhos percebem as coisas de um outro jeito. Já não torço o nariz para a dança contemporânea e acho legal a gente assistir e pesquisar, mesmo que não queira dançar. Nessa coreografia mesmo, boa parte dela tem como base o ballet clássico. No mínimo, vale para a gente aprender um pouco mais. (você me adicionou no Twitter, não foi? Siga esse “The Ballet Bag”, eles publicam cada coisa!)

    Grande beijo.

  10. Lindo!

    Ás vezes nós temos um pouco de aversão ao contemporâneo, mas há coreografias espectaculares que vale muito a pena ver. E, como disseste Cássia, há que abrir a mente sobre a dança. É só nos envolvermos um bocadinho nesta área também. Claro que continuo a gostar muuuuuito mais de clássico, mas estou receptiva a outras sugestões!

    Obrigada, descobres cada coisa!

    Beijus

  11. Eu ainda não tinha visto esse espetáculo.
    Ele é lindo!!!
    Já entrou nos meus sonhos de bailarina e nas coreografias que desejo dançar um dia.
    Estou encantada até agora com a música,os passos e a perfeição não só da bailarina mas de todos.Os japinhas não são fracos não,até porque é a raça mais perfeccionista do mundo.
    Eu sei que não existe a perfeição,mas nesse caso é uma exeção,pois não há como negar que Sylvie Guillem não seja perfeita pois ela dança muito,muito mesmo e encanta a todos que a assitem.Suas pernas,braços,mãos e cabeça são perfeitos,sem falar da expressão que dá o tom em tudo.
    Estou adimirada com a sincronia dela e dos bailarinos.Todos parecem ser um só.
    Olha Cássia eu tenho que confessar que eu não gostava de dança contemporânea só da clássica,mas assistindo a essa video não pude deixar de me apaixonar de me imaginar dançado essa coreografia sensacional um dia.
    Haja força para tantos espacatos e pernas altas,sem contar os saltos que eu amei.
    A parte dos braços também é muito linda.

    *Sylvie Guillem é uma bailarina por completa*.
    É forte,ágil,expressiva e dança magnificamente.

    Espero um dia poder ao menos uma vez dançar assim como ela…

    “Sonho meu,sonho meu,tudo pode acontecer…”

    *Bjos*

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