Seis variações de Paquita

Eu não sou uma fã ardorosa do ballet Paquita. Porém, as variações das solistas e o corpo de baile enchem meus olhos. Não canso de pesquisar e assistir.

Para alegrar o nosso fim de semana, aqui estão as seis variações do “Grand Pas Classique”, de Paquita. Reconstrução de Yuri Burlaka para o Bolshoi Ballet, 2008.

Ekaterina Shipulina e Anna Leonova, primeira e segunda variação.

Ekaterina Krysanova e Marianna Ryzhkina, terceira e quarta variação.

Anna Antonicheva e Maria Alexandrova, quinta e sexta variação.

*

No Dicionário de Repertório, eu explicarei os significados de grand pas classique e reconstrução. Ah, e vou logo avisando: a primeira variação é minha!

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10 opiniões sobre “Seis variações de Paquita

  1. Belíssimas!!! Amei o primeiro vídeo,as bailarinas são esplêndidas! Mas foram a 5ª e a 6ª variação que realmente me encantaram,que coreografia delicada,suave.

  2. EEeeee! Tabom então!
    Eu gostei muito da quinta porque essa música me lembra gondoleiros em veneza e cafés em paris, além de ser toda “bonequinha”.
    E a primeira é muito delicada e grandiosa…

    Beijocas!

  3. Ingrid e Cyndi, vocês falaram da quinta variação com tanto amor que passou para mim… Não canso de assistir. Cyndi, a gente alterna, tá? Quando eu dançar a primeira, você dança a quinta, depois a gente troca, hehehe.

    *

    Juhjuh, para falar a verdade, eu quero todos esses tutus para mim!

  4. Cassia! Boa noite!
    Vim aqui falar de outra coisa relacionada ao ballet que nada tem a ver com Paquita ou seu post. Gostaria de levantar esta discussão, acompanho o seu blog faz algum tempo e não me recordo de ter lido algo a respeito disso.
    Estava eu vendo um dos vídeos que você postou, faz um tempo, sobre as melhores cenas de dança no mundo do cinema. Assistindo, acabei por me deparar com uma cena que me chamou a atenção: “The Red Shoes” (ou “Os Sapatinhos Vermelhos”). Eis que fui assistir e descobri que filme incrível que é! Ouvi dizer que Cisne Negro foi comparado a ele, mas eu não sei o que pensar quanto a isso, a mim não lembra em nada o Cisne Negro, portanto essa comparação não parece fazer sentido. Talvez até mereça ser comparado no sentindo que ambos não são sobre o ballet, mas sobre a dedicação que estas personagens têm pela dança e pelos tormentos que ambas passam. E para por aí.
    Faz sentido, no entanto, todos que criticaram Cisne Negro (por terem contratado uma atriz ao invés de bailarina) assistirem esse filme, pois todos os dançarinos são profissionais (inclusive a atriz principal, que na verdade antes deste filme era bailarina de uma companhia e não atriz). Acho, inclusive, que a principal dança muito bem.
    Este filme ainda conta com uma sequência totalmente original – um ballet baseado no conto de Andersen, com coreografia e música criadas especialmente pro filme. Após assistir a seqüencia, lamentei por não terem aproveitado a coreografia e a música para recriar este ballet nos palcos, fora do filme.
    Acho difícil você não conhecer este filme, mas se nunca viu, eu recomendaria vê-lo. Adoraria ver um post sobre ele.
    Arrisco a dizer que gosto mais deste filme do que Cisne Negro.
    Arrisco a dizer, inclusive, que este se tornou um dos meus filmes favoritos.
    Ah, e obrigada por ter postado o vídeo com as melhores cenas de dança do cinema. Não fosse por ele, eu não teria esbarrado neste filme.
    Sinto muito, no entanto, se você já tiver falado sobre ele em algum post. Não me recordo, realmente.

    • Juliana, não precisa se desculpar, imagina. Não importa se eu conheço ou não qualquer informação sobre dança, eu gosto imensamente quando compartilham informações nos comentários. Sinta-se sempre à vontade para fazer isso. Eu já assisti ao filme e também li o conto do Andersen. E sabe por que “Os sapatinhos vermelhos” nunca apareceu por aqui? Eu moooorro de medo, hehehe. Sério, parece filme de terror para mim, ela não para de dançar nunca, me dá uma agonia desmedida. Mas eu concordo com você, o filme é mesmo incrível. E você falou dele com tanto amor que é impossível negar um pedido desses: farei o post, tá? Essa semana mesmo ele aparecerá por aqui. ;)

      Grande beijo.

  5. Oi, Cássia! Amei a segunda e a sexta variações!!!
    Mas, se essa é a quarta variação, qual variação é essa da nossa favorita?

    Um beijo!

    • Sam, essas variações que publiquei são de uma reconstrução do Grand Pas Classique, de Paquita, aquela parte final do ballet. O responsável por isso pesquisou as montagens anteriores, os documentos da época, as anotações dos primeiros coreógrafos (Mazilier e Petipa) juntou tudo e fez essa montagem. Paquita é um dos ballets que teve mil alterações ao longo do tempo. Essa variação com a nossa preferida, por exemplo, nem aparece em todas as montagens de Paquita. Conheço superpouco desse ballet, mas quando eu descobrir, afinal, onde essa variação se encaixa, eu te conto. ;)

      Beijos.

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